sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

VERDADES QUE UM ITINERANTE NÃO CONTA !!!!

Ser itinerante sem certeza do chamado é desistir , murmurar tempo todo, olhar pra trás entregar os pontos e andar em círculos quarentenas de anos...
Quando existe certeza...
É chorar até arquejar, tropeçar com o peso da responsabilidade, é até mesmo cair ...mas nos levantar e nos pormos de pé. (Salmo 20.8) com olhar fixo nas promessas Daquele que não pode mentir jamais.
É  semear seja à multidões ou a um moribundo na calçada, sem exigir privilégios do solo.
 É ver passar datas comemorativas ao redor da nossa mesa sem tanta fartura, como nos comerciais de TV e mesas alheias..., mas criar nosso cenário com oque nos for dado contagiando familiares com a mais pura gratidão.
É sonhar silenciosos enquanto nos desdobramos pelos sonhos dos filhos e cônjuge, com o olhar fixo no céu (Salmo 121.)
É imaginar como seria estar empregado (a) numa multinacional se não fosse a indisponibilidade de tempo, gasto em viagens, indo, estando e voltando trajetos.
É suportar preconceitos, críticas, desprezos, análise maldosos e questionários pretenciosos, focados no valor da obra executada em nós sobre as rodas na Olaria.
É ter garra para investir num diploma quase autodidata, com o tempo que dispuser.
É engolir o choro despedindo-se dos filhos sobrecarregando-os de recomendações e nos arcando sob peso dos cuidados.
É contar com o apoio compreensão e estímulo do cônjuge para cada compromisso.
É ir sem conhecer o terreno, mas acionar o alarme silencioso no espírito e não baixar a guarda até chegar em casa outra vez.
É esperar chegar em casa pra  só ali nos permitimos chorar e fazer  sozinhos  nossos próprios curativos. Para em seguida externar aos filhos que os molhos valem mais que as lágrimas.( Salmo 126.6)
É administrar com maestria o recurso que nos vêm à mão,  cônscios da desigualdade reservada a renomes.
Mas é também fechar a porta e invocar apenas  O NOME e ELE vir por inteiro com céu e tudo ao lado da nossa cama...para nos renovar a fé.
É honrar a vocação dentro e fora da tribuna, sem acumular à própria conduta, nódoas que são justificadas por muitos pela mudança no caráter alheio, muitos dos quais são tidos por exemplo, após máscaras.
É passar por perigos e ciladas, ilesos escondidos no sangue de Jesus e voltar e ver filhos guardados por miríades de anjos felizes saudáveis e cheios de saudades com o mais puro dos abraços selando ali junto a nossa porta um Bem-vindo de Deus, que a tudo monitora com poder eterno!
Adriane  Monteiro.

21/02/2014

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