quinta-feira, 29 de novembro de 2012

RECORDAÇÃO MUITO PESSOAL

Fazenda Rio Grande, 29 de novembro de 2012-11-29 Estava vivendo a fase mais crítica da minha vida e me vi excluída do meio cristão. E a culpa é foi só minha. Colhi nessa época uma colheita maldita de difamação, discriminação, preconceito, deboche, hipocrisia ,fingimento , especulação e sequenciado DESPREZO! Levei um extenso questionário para Jesus ,redigido pelo que sobrou dos meus princípios naquela ocasião. ELE pediu que eu me apresentasse a ELE por sete dias na madrugada, e assim fiz. Na terceira madrugada de olhos fechados na sala da minha casa, senti um cheiro de rocha úmida, aquele cheiro de graminhas presas em pedras e encharcada de agua. Ao abrir os olhos, já familiarizada com essas experiencias , elas ficam só no plano espiritual em forma de visões, experimentei a sensação de um corpo febril . Olhei para baixo e vi meu corpo em forma de pássaro de mais ou menos um metro de altura. No meu suposto peito pele exposta e pouca plumagem. Respiração tremula devido febre e dores muito fortes e eu sentia o cheiro de óleo na pele vermelha e exposta daquele corpo de águia. As asas desse pássaro que me representava estavam amolecidas para baixo com tão poucas plumas que muito se assemelhava ao caozinho poodle qdo descuidado na tosa. E nas garras grandes e curvadas pouco equilibrio para os pés. Tbm o bico com uma das partes descoladas doía muito e não abria mais... Diante de mim a rocha vertia agua e o cheiro de grama freca me encorajava . Havia pouco espaço debaixo dos meus pés, um piso somente circulava a montanha onde eu estava, mas não havia distancia lateral, então eu não podia me virar...Qdo me preparei para roçar com força o bico de águia na rocha...fui devolvida à minha lucidez na sala da minha casa. E a voz do Senhor Deus me dizia ; “Mesmo assim não dispenso vc. Trabalhe no espaço que vc tem e não reclame as alturas pq como vc viu vc é incapaz de voar agora...” Os meses se passaram e minha agonia voltou com o tempo e minha natureza exigia novidades do mundo espiritual. Qdo fui surpiendida na oração pelo mesmo cheiro, rocha úmida e vento cortante.Qdo abri os olhos me vi no mesmo pássaro. No peito forte havia farta plumagem branquíssima que tremulava com o vento. E as asas dobradas atrás de mim eram tão fortes que me davam a mesma sensação do cruzar os braços com força. Senti a presença de Deus diante daquela águia e num movimento bem hábil me virei de frente para o abismo sem abrir as asas de aguia. Com olhar cumplice esperei o sinal amoroso do Senhor Deus que fazia suspense numa comunicação de puro amor e muito carinho. Qdo ELE acentiu com a cabeça enchi os pulmoes de ar e com muita força estendi duas enormes asas com farta plumagem de um branco puríssimo. Qdo curvei minha cabeça com bico afiado vi minhas garras tbm agudas e firmes. Consultei novamente o Senhor Deus para saltar da montanha num vôo razante, mas ELE me surpriendeu com voz suave e de amor indescritível... ” Vamos fazer um vôo experimental?” Me preparei novamente para saltar , mas ELE me disse; “ Não esse vôo eu farei com vc” e soprou..........o sopro forte batia debaixo do meu peito e me equilibrava nos ares enqto ELE me dizia “ Se solte deixa EU te guiar “ Tive a sensação de uma criança na picina qdo o adulto faz movimentos embaixo da agua e aquele monturu de água que sobe embolada para a superficie.Essa era a sensação que tinha do sopro DELE no peito. E de asas abertas corpo solto flutuei enqto me recuperava da visão ajoelhada no chao da minha casa ouvi o Senhor Deus me dizendo “ Tu és minha águia e por esses dias te devolvo nos ares...” Então voltei a viajar pregando a palavra de Deus outra vez! “Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como a planta nova”. (Jô 14:7-9) Adriane Monteiro