quarta-feira, 15 de setembro de 2010

HOJE ESSA CRÔNICA TEM NOME: CÉLIO ROBERTO


Vc é alguem que me provoca fascínio extático...é olhar pra vc... acompanhar suas atitudes ... sondar suas intensões... e cá estou eu, amolecida por um sentimento que me enternece!
Não me diz palavras...escolhe me convencer com seu olhar poliglota.
Não me seduz...me domina os desejos com a reciprocidade submerça na verdade.
Não me aprisiona, nem me publica... escolhe me atrair voluntária para o teu cárcere de carícias...
Não me adimira só por fora...dicirne e aplaude minha alma primeiro.
Não vangloria minhas virtudes esquecido das imperfeiçoes que possuo, antes me motiva e me encoraja a superá-las com calmo e sereno amor.
Não arde em ciúmes nem me inveja, mas me adimira e preserva com criatividade e sensatez.
Não escolhe falar qdo qro ser ouvida.
Não se sente constrangido nem diminuido se sentir necessidade de mesmo homem, se aninhar nos meus braços, buscando interéprete compreenção.
Não se julga menos homem se sentir vontade chorar, vc chora.
Não ama a Deus menos que eu o amo.
Não o teme menos que eu o temo.
Não o serve menos que eu o sirvo.
Não me ve diferente de como Ele me vê.
Não se atraza nas iniciativas.
Não deixa a desejar no romantismo e na criatividade deste.
Não tem limites pra crescer porque sabe descer constantemente diante daquele que o exalta.
Não deprecia os favores, nutre um coração grato e retribuidor.
Não será pouco amado.
Não me terá por um breve momento.
Não será pouco feliz!
Não saberá sintetizar o amor conjulgal depois de mim.
Se eu existo, vc é real... e vou te encontrar!
Essa distancia tem seu prazo de extermínio!
Eu te quero!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

O VERNIZ DA VAIDADE


• A infidelidade, a ambição, o orgulho, a política de força, os votos quebrados, a imoralidade, as polêmicas; querem invadir nossos ministérios. Como não poderão ser aceitos com esses nomes e efeitos especulam áreas da nossa mente num afã de conquistar seus objetivos, usando voz do nosso ego.
• Mesmo quando nossa é a melhor das intenções, corremos o sério risco de sermos atropelados pelas tentações, sob a sugestão das obras da carne contra nossa vocação.
• Há grande perigo em acreditar nos aplausos, aceitar recompensas e admirar homenagens.
• Ressentimentos e aversão a críticas é um claro indício de orgulho, síndrome de superstar.
• Estou convencida de que a incisiva revelação da humildade pode nos servir de lanterna poderosa, nessa negra noite, rumo à carreira proposta a cada um de nós.
• Quando atingimos nossos objetivos, não temos por isso um gerador próprio de potencial, somos alvo da plena graça de Deus.


A perigosa similaridade entre o zelo e a vaidade
Outro extremo perigoso é o da despretensão. Desconhecer as virtudes dadas por Deus e o não enxugar do equilíbrio central, prejudica a boa intenção para com as coisas de Deus.
• Moisés e os leprosos Arão e Mirian
• A vara de Arão que floresceu
• Herodes comido de bichos
• Nabucodonozor e o capim

• O conhecimento e a revelação profunda são ferramentas necessárias para um bom trabalho na planilha da humildade.
• Jesus glorificou o Pai. Jô. 17:1
• A camuflagem dos motivos religiosos (Ez. 28:1-12. Is. 14:13 )
• Vírus do orgulho
• Judas no primeiro capítulo não alude ao grau de parentesco com Jesus
• Marketing, fundo musical e publicidade.
• Raquel e ídolos de seu pai Labão, outro extremo do assunto.


Transporte a arca mas não toque na glória.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

UM CÂNCER CHAMADO "PRECONCEITO"



Muito ao contrário do que se presume, não vim falar de cor de pele,de raças ou de homossexualismo.
Vim descortinar um antigo preconceito.
Ferramenta do desprezo, instrumento favorito do falso perdão.
Vim falar da insensibilidade que cercam os meios sociais quando alguém “cai”.
Vim falar de uma desigualdade de tratamento com conseqüências desastrosas ao que esse erro comete.
Vim falar sobre um período de maledicencia eterno na vida de um “réu”.
Quem precisa de perdão e vai buscá-lo, sepre traz consigo uma amarga dor de reconhecimento.
Mas a vontade voltar ao caminho é tão grande, que ele supera a humilhação de ouvir as milhares de frases feitas entonadas pela ironia e lançadas ao seu rosto por toda a sua vida!
E até espera que isso não venha ocorrer com ele, munido de uma ingênua dedução do termo “amor”.
Mesmo cônscio das conseqüências não foi o suficientemente forte e cedeu... Caiu. Ninguém viu o instante em que tombou, nem pode deduzir o que sentiu em seguida. Ninguém é capaz de avaliar o vazio a dor da alma e o desejo incontrolável de apagar a si mesmo da existência.
Por culpa, vergonha e medo.
Mas a história não começa a ser narrada ali, começa a ser conhecida e narrada muito depois.
Sem a consulta genuína dos fatos, sem o direito dado de defesa ao maledicenciado. Começa nos relatos de boca em boca, sem o princípio da história , e quem precisa de texto se o tema é suficiente para satisfazer a intensão de quem DIFAMA enqto espalha apenas : “Fulano(a) caiu!”
Não querem estes narrar a história toda, querem apenas divulçar publicar o erro alheio.
E é a partir dali que a única história, que lamentavelmente vai ser respeitada e tida por verdadeira começa a ser narrada.
Escândalos e boatos se proliferam enodoando as vestes embranquecidas pelo sangue pregado e admitido como eficaz, principalmente pela boca de quem mal diz.
É estarrecedor e paradoxal o comportamento de tal grupo. Apregoam salvação e regeneração, freqüentam por anos as escolas bíblicas de suas denominações respondem e fazem mecanicamente seus deveres de casa no quesito responder questões com respostas já prontas.
E nunca param para converter as verdades da matéria “O SANGUE DE JESUS TEM PODER” em benefício do desafortunado réu.
Mas e se conseguíssemos apontar essa arma de culpa e preconceito para o peito dos então “juízes”?Ou devo chama-los “algozes”?
E se a culpa fosse desses?
Recorreriam com esperança de pleno perdão não apenas no reino espiritual mas em seu plano também em seu plano terráqueo?
Recorreriam com empenho, pelo favor do perdão junto ao seu meio social?
Haveria uma outra versão para o efeito do “Sangue de Jesus” sobre suas vidas? Sentiriam a angustiante necessidade de serem reconhecidos como seres tricotomintas? Como reagiriam à até então implacável guerra contra suas vagarosas e trabalhosas, investidas em direção a um futuro de novas oportunidades?
O que fariam se de repente depois de anos de trabalho duro em comprovar a regeneração, estes, embarrassem no caminho por “irmãos” ( lágrimas...) é irmãos que sem se importar em conhecer nem o principio nem o decorrer da história ainda se dedicam a relembrar um parágrafo perdido de um passado que sentenciado lavrado e por Deus esquecido e deixado para trás? (Isaías 43.25, Jeremias 31.34 Isaías 38. 17).Será que persistiriam em levar uma cruz já pesada com preconceituosos assentados sobre ela a escarnecê-los sutilmente,enquanto se passam por “Cirineus?”
Quanto tempo resistiriam antes de abandonar-se a uma vida comum quando a oportunidade da cruz lhe oferece “ a glória incomum da segunda casa?”
Minha devoção é curvar-me silenciosa diante daquele que me remiu e quem mesmo na contra mão da obvia realidade me sustenta e me usa notoriamente sem ser impedido! (Isaías 53.1)

Adriane Monteiro

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

LEMBRANÇAS de um mar chamado ESQUECIMENTO




CURITIBA 25/02/2010


Queria ter sido mais sábia. Gostaria de não ter me ferido tanto,nem ferido pessoas, nem cometido nenhum erro. Desejei muito só acertar nas minhas escolhas. Sonhei com vitórias sem marcas nem cicatrizes. Mas a vida é um campo de batalhas!
E eu fui tola sim... Feri-me e feri pessoas mesmo não querendo... Errei nas minhas escolhas sem calcular resultados. Esqueci de focalizar a realidade e guerrear mais!
Resisti meu orgulho o quanto pude, até ser vencida pela dor ...
Prostrei-me covardemente em meio ao campo minado, buscando o favor da morte, jogando para esta, a responsabilidade de findar a voz exigente dos meus princípios e culpas!
Os estopins de granadas e estrondos de bombas foram ignorados enquanto meu olhar amolecido como meu corpo, minha alma, convidavam meu espírito para silenciar de uma vez os zunidos da guerra.
O cenário logo,já não tinha surtia efeito sonoro sobre mim, porque em lugar da realidade eu já vivia mais uma das minhas ficções mentais... O silencio da minha fuga!
Precisava fugir... Esconder-me...
Faltava pouco só tinha uns restos de panorama em movimento diante de mim, mas isso logo ia ser apagado eu sabia que o favor de um projétil logo ia me premear com acalentadora MORTE!
Esperei... Esperei... Esperei... Desejando com tanta força que me convenci do sucesso do meu afã. Assim me inclinei sobre o solo onde estava sentada e debruçada na poeira e destroços, desmaiei.
Uma brisa me despertou. Meus lábios estavam ressecados o sol alto. A boca estava seca a garganta sedenta. Meus olhos frágeis semicerrados estavam protegidos da alta claridade, pela silhueta de um personagem.
Enfraquecida fui me reportando para a realidade do cenário de vagar...
Era o mesmo campo de batalhas que desprezei, por não sei quanto tempo, escondida dentro de mim em algum lugar.
Mas como não havia notado antes?
Diante do cenário devastador,porém agora silencioso pelo fim da guerra, estava o mar imenso um oceano em calmaria.
A brisa me confortava com o cheiro das águas...
O personagem esperava paciente me protegendo dos raios do sol com sua presença. Parecia não ter pressa. Emitia ternura no olhar, seu sorriso parecia responder meu constrangimento. Por estar tanto tempo, (involuntariamente) ignorando-o.
Assim que reuni forças para dirigir meu olhar de atenção a Ele, estava ainda preparando uma frase inicial quando Ele assumiu o governo dos meus sentidos escolhendo falar comigo dentro de mim mesma.
Falou por horas...
Sua fala me convencia, respondia explicava antes mesmo que eu pudesse elaborar qualquer pergunta.
Que fascinante!Que confortável! Que comovente. Ele me compreendia com se fosse meu criador...
Criador?
Silencio,...
Ele viu. Assistiu esse meu pensamento. Parecia me dar privacidade para amadurecer a indagação. Pelo que indaguei outra vez:
- Criador? O Senhor é o meu criador?
Sorrindo Ele respondeu: ”Sou teu Criador... ; o Senhor dos exércitos é meu nome; o santo de Israel o teu Redentor. Não temas porque não serás mais envergonhada. Eu te chamo como uma mulher triste de espírito;Por um pequeno momento te deixei,mas com misericórdia te recolherei “(Isaías 54. 5, 4, 6 e 7.).Atrás de ti está o campo de batalhas silenciado por mim. O mar atrás de mim, é o mar chamado “mar do esquecimento” Onde lanço hoje ...para as minhas costas todos os teus pecados e deles já não me lembro mais!”(Isaías 43.25, Jeremias 31.34 Isaías 38. 17) E amorosamente abraçou a minha alma me fazendo entender que tudo que me importava ver, não era o campo atrás de mim, nem o mar a minha frente. Mas para Jesus ali diante de mim!

ADRIANE MONTEIRO